Resinas de troca iônica são produtos sintéticos, que colocados na água, poderão liberar íons sódio ou hidrogênio (resinas catiônicas) ou hidroxila (resinas aniônicas) e captar desta mesma água, respectivamente, cátions e ânions, responsáveis por seu teor de sólidos dissolvidos, indesejáveis a muitos processos industriais.
As resinas de troca iônica sintéticas são constituídas, na sua maioria, de copolímeros do estireno, com divinil benzeno (D.V.B.), na forma de partículas esféricas de diâmetro 300 a 1.180 μm.
A estrutura tridimensional destas pequenas esferas varia com a quantidade de D.V.B. utilizada para a copolimerização. Pequena quantidade de D.V.B. dará uma estrutura tipo gel ou gelular, com baixa porosidade, e elevada quantidade, uma estrutura macro-reticular com elevada porosidade.
Quanto a funcionalidade, as resinas podem ser classificadas em:
Catiônica fortemente ácida Catiônica fracamente ácida Aniônica fortemente básica Aniônica fracamente básica
As resinas de troca iônica são aplicadas em várias áreas de atuação:
Tratamento de águas Usinas nucleares Indústria Alimentícia Indústria Farmacêutica Agricultura Indústria Metalúrgica
Na área de tratamento de água industrial, as resinas são muito utilizadas em tratamento primário de água de alimentação de caldeiras, em processos de abrandamento ou desmineralização.
A Kurita comercializa, um alinha completa de resinas de troca iônica para tratamento de água, para as mais diversas finalidades.
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